Não vim prometer. Vim continuar — e esta página é a folha corrida inteira, com o que ficou de pé em cada etapa.
Eu nasci em Maringá, no Paraná, e cheguei em Brasília com cinco anos. Cresci em Taguatinga, numa casa em que ninguém tinha nada garantido.
Aos dezessete eu estudava de manhã, estagiava à tarde e dava aula à noite. Foi ali que eu aprendi as duas coisas que ainda governam o que eu faço: ninguém constrói nada sozinho, e trabalho dignifica.
Hoje sou casado com a Danielle e pai da Beatriz, da Manoela e do Eduardo. A nossa família se construiu no Guará, e é onde a gente mora até hoje.
Teve uma coisa que mudou a minha rota antes de tudo isso. Quando a gente descobre que uma criança da nossa casa vai precisar de um cuidado que o Estado não dá, a política deixa de ser teoria e vira urgência.
Foi por isso que eu escolhi a minha prioridade: cuidar de quem ninguém cuida. Não é caridade. É gestão.
Não é currículo. É o que sobrou depois que eu saí de cada cadeira — programa funcionando, lei valendo, obra entregue.
Cada card abre a página onde a informação está aberta, item por item.
Eu sou um homem de fé. Tenho fé em Deus, tenho fé na minha família e tenho fé em cada pessoa desta cidade que acorda antes do sol, enfrenta ônibus lotado e não desiste.
Porque quem constrói Brasília não é político. Somos todos nós. O meu papel é servir, abrir a porta, resolver o que trava e devolver o que é seu.