Delmasso 10456 · Candidato a Deputado Distrital

Minha história com a igreja se sustenta em duas coisas: fé e aliança. Aliança com Deus, com a minha família e com a minha igreja. Quando tem aliança, dá pra atravessar qualquer crise sem romper.

Ler o testemunho

Dois minutos. A história que eu não conto no palanque.

O testemunho

De volta ao primeiro amor.

O que vem agora é relato meu, em primeira pessoa. Não é dado de pesquisa nem número de gabinete — é a única parte desta página que só eu posso contar. O resto tem fonte no fim.

Eu entreguei minha vida a Jesus aos 14 anos.

Mas no começo da juventude eu me afastei. Não teve escândalo, não teve queda ruidosa — teve só distância. E distância é uma coisa que vai crescendo sem a gente perceber.

Aos 22 anos, numa madrugada, eu liguei a televisão e caí numa pregação do Bispo Robson Rodovalho. O tema era “De Volta ao Primeiro Amor”.

Eu não estava procurando. Não era programa marcado, não era convite de ninguém. Era madrugada, e era aquela palavra.

Aquilo me pegou de um jeito que eu soube ali mesmo que Deus estava me chamando de volta.

Foi assim que eu cheguei na Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra. Fiz o Revisão de Vidas, comecei a liderar célula de jovens, e entendi qual era o meu propósito: cuidar de gente, restaurar valores e servir com excelência.

Não foi decisão de estratégia. Foi resgate.

A casa

Sara Nossa Terra não chegou em Brasília. Ela começou aqui.

Para quem não é da casa: três coisas que explicam do que eu estou falando quando eu digo “a minha igreja”.

1992

Nasceu em Brasília

A Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra foi fundada em fevereiro de 1992, em Brasília, por Robson e Maria Lúcia Rodovalho. Não é igreja que chegou aqui: é igreja que começou aqui.

2 Cr 7,14

O nome vem de um versículo

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face… então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” Sarar a terra. O nome da igreja é uma frase inteira.

Célula

A igreja cabe numa sala

A Sara se organiza em células — grupos pequenos que se reúnem em casa durante a semana. Foi liderando uma célula de jovens que eu aprendi a cuidar de gente uma por uma, e não em bloco.

2006

Quando princípio custa emprego.

Eu comecei na política aos 16 anos, no movimento estudantil secundarista. Depois fui trabalhar na assessoria da liderança do PSDB, na área de orçamento, e em novembro de 2005 fui eleito secretário-geral nacional da Juventude do partido.

Em 2006 fui convidado a integrar a equipe de campanha do Bispo Rodovalho, que era candidato a deputado federal por outro partido.

Aí veio a escolha: ou eu ficava no PSDB, com salário, cargo e estabilidade, ou entregava minha carta de desfiliação e ia trabalhar numa campanha sem nenhuma garantia.

Eu já era casado.

Entreguei a carta de desfiliação na mão do secretário-geral do partido — o Eduardo Paes, hoje prefeito do Rio — e caí de cabeça na campanha.

Foi a primeira vez que eu escolhi princípio em vez de conforto. Não foi a última.

Não é história de campanha. É a única vez em que eu troquei um cargo garantido por uma convicção — e eu tinha casa para sustentar.

O mentor

O que eu aprendi andando ao lado dele.

O Bispo Rodovalho foi eleito naquele ano com 68.378 votos — o sexto deputado federal mais votado do Distrito Federal.

Eu andei o DF inteiro dentro do carro com ele naquela campanha. Depois fui trabalhar no gabinete, na Câmara dos Deputados, e em seguida na Secretaria de Trabalho do DF, onde ele assumiu como secretário em 2008 e eu entrei como adjunto.

O que mais me marcou não foi o mandato. Foi o homem.

Vi quantas vezes ele chorou pelo Brasil, orou pelo Brasil, chorou pelas pessoas mais pobres. Vi ele pegar o próprio salário de deputado e destinar para creches, numa época em que muita gente reclamava de não receber o suficiente.

Aquilo que ele falava, ele vivia. Foi isso que me convenceu.

A lição que ficou

Fé em política não serve para separar.

O mandato dele durou quatro anos e fez uma coisa que quase ninguém consegue: juntou dois campos que não se falavam.

A Frente Parlamentar da Família e Apoio à Vida nasceu ali. Ele criou junto com deputados católicos — o padre José Linhares entre eles — e foi o primeiro presidente dela. Logo depois quem assumiu a presidência foi o senador Magno Malta. Evangélicos e católicos na mesma bandeira, no mesmo requerimento.

Isso me ensinou uma coisa que eu levo até hoje: fé em política não serve para separar. Serve para juntar quem quer a mesma coisa.

E a orientação que ele me deu, e que eu repito para mim mesmo antes de cada voto, é simples: quando você vira homem público, sua função é lutar pelos vulneráveis. Como está em Isaías — fazer o bem, lutar pelo órfão e pela viúva.

Fé que vira fila de emprego

Seis mil pessoas apareceram na primeira tenda.

Esta é a parte da página que impede que ela seja só devocional. Fé sem resultado na vida de quem precisa é conversa — e conversa não paga aluguel.

Na Secretaria de Trabalho, o Bispo nos desafiou a criar um projeto que marcasse Brasília.

A ideia era simples: em vez de esperar o trabalhador atravessar a cidade para ser atendido, levar todos os serviços da secretaria até ele. Uma tenda de 100 metros quadrados montada na porta de casa das pessoas, com qualificação profissional junto.

Apresentei ao governador da época. Ele olhou pra mim e disse que aquilo não ia funcionar, que não ia colocar dinheiro nisso.

Eu respondi: “Libera para eu fazer só um. Se não der certo, o senhor pode me demitir.”

Fizemos o primeiro no Sol Nascente. Apareceram seis mil pessoas.

Era gente que queria se qualificar, que queria uma chance de emprego. E estava ali, na porta de casa, esperando alguém trazer a oportunidade.

6 milpessoas na primeira tendano Sol Nascente, no primeiro Atenda Trabalhador
+50 miltrabalhadores qualificadospelo programa, ao longo da gestão
25 milempregadosencaminhados a uma vaga com carteira
2009assumiu a secretariadepois de entrar como adjunto, em 2008
Servindo em dupla

Nada disso eu fiz sozinho.

Não é discurso — é lei

O que a fé virou na prática.

Testemunho é o que eu vivi. Isto aqui é o que dá para conferir no Diário Oficial e no SINJ-DF, com número e ano.

O que vem agora

Quatro das minhas 44 propostas nascem daqui.

Cada card abre a proposta inteira: como está hoje, o que eu proponho e por que eu tenho condição de fazer.

A caminhada

Da televisão ligada de madrugada até aqui.

O que eu levo pra Câmara

O que eu aprendi na igreja eu não desaprendi na política.

Conheça as 44 propostas Falar comigo

Conte comigo

Se a sua comunidade precisa de alguma coisa, me escreva.

Templo com problema de regularização, trabalho social que não consegue parceria, família que não sabe a quem recorrer. Eu leio, e o que der pra encaminhar, eu encaminho — de qualquer credo.

Como conferir

Não acredite em mim. Vá ler.

O testemunho é meu e só eu respondo por ele. Todo o resto desta página — data, cargo, votação, número de lei — está aberto aqui embaixo.

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