Dois minutos. A história que eu não conto no palanque.
O que vem agora é relato meu, em primeira pessoa. Não é dado de pesquisa nem número de gabinete — é a única parte desta página que só eu posso contar. O resto tem fonte no fim.
Para quem não é da casa: três coisas que explicam do que eu estou falando quando eu digo “a minha igreja”.
Não é declaração de campanha nem cabo eleitoral de ocasião. É o homem com quem eu andei o DF inteiro dentro de um carro, e que me ensinou para que serve um mandato. Ele fala por ele.
Esta é a parte da página que impede que ela seja só devocional. Fé sem resultado na vida de quem precisa é conversa — e conversa não paga aluguel.
Testemunho é o que eu vivi. Isto aqui é o que dá para conferir no Diário Oficial e no SINJ-DF, com número e ano.
Cada card abre a proposta inteira: como está hoje, o que eu proponho e por que eu tenho condição de fazer.
Templo com problema de regularização, trabalho social que não consegue parceria, família que não sabe a quem recorrer. Eu leio, e o que der pra encaminhar, eu encaminho — de qualquer credo.
O testemunho é meu e só eu respondo por ele. Todo o resto desta página — data, cargo, votação, número de lei — está aberto aqui embaixo.